Após reunião do Conselho, eleição direta fica distante no Vitória

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sem-tituloA esperança do torcedor rubro-negro de finalmente ter voto direto no seu clube foi oficialmente extinta para a próxima eleição, que será realizada na segunda quinzena de dezembro. Muita confusão marcou a reunião do Conselho em que se aprovaria as alterações feitas pelo Conselho Diretor, juntamente do presidente do Conselho Deliberativo, José Rocha, da já alterada proposta de novo estatuto.

Hoje foi o dia de se apreciar ‘a alteração da alteração’. Para entender o motivo pelo qual não teremos mais eleições diretas no Vitória, é preciso voltar um pouco antes da reunião. Após medida judicial que cancelou a última Assembleia Geral, realizada no ano passado, foi composta uma comissão de conselheiros que fariam o novo estatuto.

Após quatro reuniões com todos os conselheiros, ficou pronto um estatuto que contemplava o voto direto. Porém, uma reunião entre o presidente Raimundo Viana e José Rocha alterou alguns pontos do já apreciado estatuto reformado, o que causou a revolta por parte de alguns conselheiros. Entre elas, o voto direto não seria tão direto assim. O sócio votaria em uma chapa. A vencedora teria o direito de escolher presidente diretor, fiscal e deliberativo.

Hoje, na abertura da reunião, o presidente Raimundo Viana disse que havia voltado atrás na decisão do “chapão”, além do artigo 91, sobre a Arena Barradão. Porém, a maioria do Conselho decidiu que não queria qualquer alteração feita pelo corpo diretor do estatuto reformado anteriormente. A maioria do Conselho batia boca com José Rocha, que deu início à votação para apuração das alterações sem sequer ter quórum suficiente para isto. No final, a maioria disse não às alterações. O placar ficou 76×36 de 118 presentes. O restante na conta se absteve. São 245 conselheiros.

“Está sepultada qualquer chance de termos eleições diretas no Vitória. O Conselho votou contra a democracia do clube”, disse José Rocha, ao término da votação. O Conselho foi atrás de Rocha, que precisou sair do Barradão com seguranças. “Teatral! O que não aprovamos aqui foram as alterações feitas por ele do estatuto novo que já estava feito e apreciava o voto direto. Não houve nem quórum para votação, imagina apreciar algo”, disse o conselheiro Dilson Pereira Júnior. Conselheiros prometem vias judiciais para anular a votação.

Correio*

Equipe de Jornalismo

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