Caetano e Gil são aplaudidos de pé durante show em Belo Horizonte

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cae-gilO público de Belo Horizonte (MG) aplaudiu de pé e Gilberto Gil agradeceu nas redes sociais o carinho recebido, no último sábado (26), no show “Dois amigos, um século de música”, que apresentou ao lado do seu parceiro de 50 anos, o também músico baiano Caetano Veloso.

“Que linda noite, Belô, muito obrigado pelo carinho! Hoje tem mais”, postou Gil que também se referiu à segunda apresentação que acontece na capital mineira, na noite deste domingo. Antes do show o Facebook de Gil ganhou outras postagens fazendo referência à ‘grande noite’ esperada pelo público de 3.440 no Chevrolet Hall, casa de shows na Região Centro-Sul da cidade. Entre os posts, um trecho da música “Coração Vagabundo”, que entra no repertório da turnê.

Gil e Caetano começaram a turnê em agosto, quando passaram por sete cidades da Europa com shows em Amsterdã, Bruxelas, Londres, Paris, Milão, Barcelona, Madri e também em Tel Aviv, em Israell. Depois, seguiram para São Paulo, Porto Alegre e Curitiba. Apresentaram ainda na Argentina em Buenos Aires, Córdoba e Rosário e em Montevidéu, capital do Uruguai. Passando agora por Belo Horizonte, a dupla ainda vai a Brasília, Rio de Janeiro e volta em São Paulo.

“Back in Bahia”

Em comum, Caetano Emanuel Viana Teles e Gilberto Passos Gil Moreira têm, além dos 73 anos de idade, os mesmos sorrisos serenos de quase crianças dispostos nos rostos, talvez uma forma de agradecer ainda em silêncio a multidão que já fazia um alvoroço ensurdecedor ao avistá-los no palco do Chevrolet Hall, com um atraso pouco de 20 minutos, às 22h22, antes mesmo de qualquer acorde da dupla soar.

Em um dos últimos shows da turnê “Dois Amigos, Um Século de Música”, Caetano e Gil não fugiram a risca de um roteiro que permeou mais de 30 cidades onde eles passaram neste ano, incluindo Europa e América do Sul.

Mas, ao contrário de caírem em alguma armadilha próxima à mesmice, Gil e Caetano encontraram nessa simplicidade que dispensa grandes surpresas, uma maneira de mostrar que o formato de dois violões no colo é o melhor cartão de visitas para percorrer com frescor e desenvoltura uma estrada musical de 50 anos que ainda continua vigente.

Foram da Tropicália ao exílio, de um Expresso 2222 a um Abraçaço raro e contemporâneo. Das raízes onde tudo começou, em “Back in Bahia”, até o “Coração Vagabundo” e os “Filhos de Gandhi” que afirmam a autenticidade poliglota desses dois baianos filhos do mundo.

(Fonte: O Estado de Minas)

Equipe de Jornalismo

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