Raul Seixas: Brasil reflete os 26 anos da morte do cantor baiano

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raul-seixas-152Na noite de 13 de agosto de 1989, Raul Seixas, ao lado de Marcelo Nova, subia ao palco, no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília, para dar continuidade à turnê de 50 shows do disco Panela do diabo. Foi a última vez que os fãs puderam ver uma apresentação do músico.

Oito dias depois, foi encontrado morto sobre sua cama, vítima de uma parada cardíaca, consequência de uma grave pancreatite, agravada pela diabetes. Nesta sexta-feira, 21 de agosto, completam-se 26 anos desde que o Maluco Beleza se foi, deixando um rico legado de canções e histórias que revolucionaram a música brasileira.

O velório e sepultamento de Raul Seixas foram marcados de polêmica, parece que para justificar o jeito de ser do artista baiano. Velado na Assembleia Legislativa de São Paulo, o corpo do cantor seria transladado para a Bahia depois para ser sepultado.

Ocorre que os fãs exigiram que o percurso da Assembleia para o Aeroporto fosse em um Carro do Corpo de Bombeiros. Como houve um impasse no inicio, os fãs tomaram a frente do caixão e só deixaram sair com a chegada do veículo cedido pelo governo do Estado d São Paulo.

Na Bahia, mais polêmica e tumulto para sepultar o maior ídolo do rock nacional. Milhares de fãs acompanharam o cortejo até o Cemitério Jardim da Saudade, em Brotas (Salvador), cantando músicas de Raul e gritando o seu nome. O trânsito ficou congestionado, e o Maluco Beleza foi levado para a sepultura sob aplausos dos fãs. Foi-se um corpo, mas ali surgiu quase um mito. (EM).

Equipe de Jornalismo

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