Jacuipense perde com interferência da arbitragem e está fora do Baianão

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juazeirense_jacuipense_195037880O Jacuipense foi do céu ao inferno na tarde deste domingo (22), no estádio Jóia da Princesa, em Feira de Santana. Depois de terminar o primeiro tempo vencendo o Juazeirense por 1×0, com um golaço de Maxwell, a equipe se perdeu na segunda etapa e, com erros grosseiros da arbitragem, deixou escapar a classificação para a fase Semifinal do Baianão 2015.

No primeiro tempo, as duas equipes fizeram um jogo muito corrido, de muita marcação e pouco espaço para os atletas trabalharem jogadas de profundidade. Até os 15 minutos, a equipe visitante foi melhor, tentando definir a partida logo no inicio. Mas, aos 19 minutos, Nadson deu a primeira resposta, batendo forte e obrigando Tigre se esticar todo e colocar a bola para escanteio.

Com o jogo já equilibrado, aos 33 Nadson foi empurrado na área, mas o árbitro fingiu que não viu a penalidade, irritando os jogadores do Jacuipense. Antes, Nadson já havia levado o cartão amarelo, também da forma equivocada, já que o atacante disputou uma bola normal com o zagueiro.

Aos 40 minutos, Juninho bateu forte da entrada da área, obrigando o goleiro Marcio Greick fazer uma defesa segura. Um minuto depois, o Jacuipense respondeu com Maxwell, mas Tigre não deu rebote.

Aos 45 minutos, depois de jogada pelo lado direito, a bola foi rolada para Maxwell, que deu uma pancada da entrada da grande área. O goleiro Tigre só viu a bola após ela balançar a rede, tal a sua velocidade. Goooooool do Jacuipense!

O 1×0 não acomodou o leão do sisal. Tanto que, aos 46 minutos, Nadson recebeu cruzamento de Dimas, mas escorregou na hora de cabecear. Pela posição frontal ao gol, o atacante poderia ter marcado o segundo gol neste lance.

Segundo tempo eletrizante

No segundo tempo, o jogo voltou mais eletrizante ainda, apesar de alguns jogadores apresentarem cansaço devido à correria da etapa inicial. Precisando vencer, o técnico Barbosinha fel algumas alterações e mandou o time para frente.

Jogo aberto, as duas equipes atacavam muito, forçando os goleiros aparecerem mais. Marcio Greick, por exemplo, fez duas defesas dificílimas, evitando o empate do Juazeirense. Mas Tigre também teve que se virar e usou de toda catimba quando o placar passou a ser favorável.

O gol de empate dos visitantes surgiu depois de uma bola perdida por Marclei no meio-campo. Depois de muita confusão na área do Jacuipense e de uma indecisão entre a zaga e o goleiro Marcio Greick, William Carioca tocou para as redes.

O empate ainda dava a classificação ao Jacuipense. Mas depois de jogada na área, o atacante Nadson foi tocado pela zaga e caiu, dando a impressão de pênalti. O árbitro aplicou o segundo amarelo (havia tomado um no primeiro tempo) e o expulsou. Além de ficar com um a menos, a equipe se abateu um pouco. Foi tudo o que o Juazeirense queria par marcar o segundo gol, através de Nei.

Pressão e escândalo

Após os 35 minutos, com a classificação indo embora, o Jacuipense partiu com tudo para tentar o empate. Com Meidson em campo e os laterais apoiando mais, a equipe cresceu. O tempo era curto, mas em poucos minutos os jogadores do Leão do Sisal criaram várias oportunidades.

Numa delas, após jogada de Bruno pela esquerda, o cruzamento veio na medida para o chute de Meidson. Antes de chegar na bola, ele foi empurrado pela zaga, numa penalidade clara, mas ignorada pelo árbitro Arilson Bispo da Anunciação. Um escândalo. Revoltado, o atacante partiu para cobrar a marcação do pênalti, mas acabou agredindo ao juiz, que o expulsou.

Com Meidson expulso e o tempo passando, o time se perdeu de vez. Foi o suficiente para William Carioca aproveitar um contra-ataque e definir o jogo: 3×1. Um placar injusto, que resultou muito mais por uma má arbitragem do que pela competência do Juazeirense, que é uma equipe de qualidade, independentemente das lambanças do senhor Arilson.

 

Equipe de Jornalismo

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